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Craque Imortal – Juninho Pernambucano

 

Nascimento: 30 de janeiro de 1975, no Recife (PE), Brasil 

Posição: Meio-campista

Clubes: Sport-BRA (1993-1995), Vasco-BRA (1995-2001, 2011-2012 e 2013), Lyon-FRA (2001-2009), Al-Gharafa-CAT (2009-2011) e New York Red Bulls-EUA (2013).

Principais títulos por clubes: 1 Campeonato Pernambucano (1994) e 1 Copa do Nordeste (1994) pelo Sport.

1 Copa Libertadores da América (1998), 2 Campeonatos Brasileiros (1997 e 2000), 1 Copa Mercosul (2000), 1 Torneio Rio-SP (1999) e 1 Campeonato Carioca (1998) pelo Vasco.

7 Campeonatos Franceses (2001–02, 2002–03, 2003–04, 2004–05, 2005–06, 2006–07 e 2007–08), 1 Copa da França (2007–08) e 6 Supercopas da França (2002, 2003, 2004, 2005, 2006 e 2007) pelo Lyon.

1 Liga do Catar (2009-10), 1 Catari Stars Cup (2009) e 2 Catar Crown Prince Cup (2010 e 2011) pelo Al-Gharafa.

Principais títulos por seleção: 1 Copa das Confederações da FIFA (2005) pelo Brasil.

Principais títulos individuais:

Jogador do Século da Ligue 1: 2015

Bola de Prata Placar: 2000

Eleito para a Seleção do Campeonato Brasileiro: 1997

Melhor Jogador Estrangeiro na França: 2004

Eleito para o Time Ideal da Ligue 1: 2002-03, 2003–04, 2004–05, 2005–06 e 2006-07

Melhor Jogador da Ligue 1: 2005-06

Eleito para o Time do Ano da ESM: 2005–06 e 2006–07

Melhor Jogador da Temporada do Catar: 2009-10

Eleito para o Time dos Sonhos do Vasco do Imortais: 2020

 

“Reizinho da Colina. E de Lyon também!”

 

Por Guilherme Diniz

 

Ele desarmava adversários, dava passes precisos e tinha ampla visão de jogo. Mas, quando seu time tinha uma falta para cobrar, seja de perto ou longe da área, ele apresentava seu dom. A arte de mandar a bola com uma perfeição impressionante para o fundo do gol. Na maioria das vezes, em um ângulo inalcançável para o goleiro. Foi assim 77 vezes. E foi assim que ele virou inspiração para dezenas de jogadores, incluindo a lenda italiana Andrea Pirlo, além de se tornar ídolo do Vasco e do Lyon, ajudando ambos os clubes a levantarem os maiores e mais importantes títulos de suas histórias. Antônio Augusto Ribeiro Reis Júnior, mais conhecido como Juninho Pernambucano, é um daqueles craques em extinção no futebol atual. Afinal, é raro vermos um atleta especialista em cobrança de falta e que amedronte o adversário em uma bola parada. Essa constatação é simples: você se lembra qual foi o último gol de falta que viu? No Brasil ou no futebol internacional? É, virou evento raro. Como foi Juninho. É hora de relembrar a trajetória do Reizinho da Colina. E de Lyon.

 

Início na Ilha

 

Juninho (3º agachado) no Sport campeão pernambucano de 1994.

 

Juninho cresceu na capital pernambucana do Recife e desde pequeno foi apaixonado por futebol. O garoto começou no futebol de salão, modalidade que o ajudou a ter velocidade, improviso e criatividade para se desvencilhar dos adversários. Pensando no futebol de campo, foi fazer um teste no Naútico, foi aprovado, mas preferiu não continuar por causa da falta de estrutura do Timbu. Em seguida, tentou a sorte no Santa Cruz e de novo foi aprovado, mas ainda não se sentia seguro. Anos depois, fez outro teste no Naútico e quase se federou pelo alvirrubro, mas sua irmã conseguiu um teste no Sport e Juninho não pensou duas vezes: fez o teste, passou, o Sport conseguiu a documentação e ele virou jogador do Leão. 

Vestir a camisa do clube da Ilha do Retiro foi um sonho para Juninho, que sempre torceu pelo Leão. “A Ilha do Retiro foi o primeiro estádio que eu entrei. Sempre torci pelo Sport, estava lá no titulo brasileiro de 1987, vi o gol de Marco Antônio, de cabeça, e sempre acompanhei, me formei lá”, comentou o craque em entrevista ao Globo Esporte, em janeiro de 2012. Muito jovem, ele ficou três anos nas categorias de base até conseguir uma vaga no time titular, em 1993, aos 18 anos. Muito talentoso, chamou a atenção rapidamente de todos e esteve no time campeão pernambucano de 1994 como principal articulador de jogadas do meio de campo. 

Com personalidade, chamava o jogo para si e já era perigoso nas cobranças de faltas: seu primeiro gol dessa maneira saiu justamente em um clássico contra o Santa Cruz, levando a torcida do Leão ao delírio. Ele marcou outro também em duelo contra o Grêmio. Ainda em 1994, Juninho foi campeão da Copa do Nordeste com o Sport e chamou a atenção de vários clubes do país. E quem venceu a concorrência foi o Vasco, que levou o jovem para São Januário em 1995 graças ao zagueiro Ricardo Rocha, que indicou Juninho ao então diretor de futebol vascaíno, o lendário e polêmico Eurico Miranda. Mal sabia ele que tal indicação mudaria para sempre a história do clube naquele final de década de 1990.

 

A ascensão do Reizinho

Juninho chegou ao Vasco com 20 anos e iniciou sua trajetória da melhor maneira possível: com um belo gol na vitória por 5 a 3, de virada, sobre o Santos em plena Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro de 1995. O meia recebeu na entrada da área e bateu de chapa, no cantinho do goleiro santista. Era um ano já mágico para o jogador, que havia sido um destaques do Brasil na conquista do Torneio de Toulon sub-20. Foi no Vasco que Juninho aperfeiçoou seu estilo de jogo e, além de ser um meia de criação que chegava bem ao ataque, também ajudava na marcação e nos desarmes dos adversários. O responsável por essa mudança tática do jogador foi o técnico Jair Pereira, comandante do Vasco em 1995.

Juninho em ação na vitória sobre o Santos, em 1995. Foto: Djalma Vassão / AE.

 

Após esse grande jogo, Juninho foi titular nas partidas seguintes e oscilou um pouco, algo natural para um jovem tentando se firmar em um novo clube. A partir de 1996, porém, o craque assumiu de vez a titularidade, participou de 57 jogos e marcou 13 gols, um deles o seu primeiro de falta com a camisa vascaína, em triunfo por 2 a 0 sobre o Fluminense, pelo Campeonato Carioca. Mas foi em 1997 que Juninho se consolidou de vez com um dos principais nomes do Vasco. Maestro do meio de campo ao lado de Ramon, o craque conduziu as principais jogadas ofensivas do time campeão brasileiro daquele ano, que teve em Edmundo o principal homem-gol – o atacante anotou 29 gols.

Antônio Lopes e Juninho (na época ainda sem o Pernambucano). Foto: Raimundo Valentim / AE.

 

 

Foto: Sergio Moraes / Lamina

 

No início de 1997, Juninho chegou a ser contestado pelo presidente do Vasco, Eurico Miranda, mas respondeu em campo com jogadas plásticas, atuações decisivas e passes precisos, com destaque para a goleada de 4 a 1 sobre o Flamengo, nas semifinais, quando deu vários passes para Edmundo destruir a zaga rubro-negra. Juninho marcou 8 gols em 51 jogos na temporada e foi escolhido pela CBF com um dos melhores meias do Brasileirão daquele ano, embora não tenha vencido a Bola de Prata Placar. Foi em 1997 que Juninho passou a ouvir das arquibancadas o coro “ei, ei, ei, o Juninho é o nosso rei”. 

 

“Não sei dizer quem me homenageou, mas a torcida cantava o nome de um por um, e alguns tinham músicas especiais, como Carlos Germano, o Edmundo, que era o Animal, o Pedrinho, que era aquela do “Pedrinho vem aí e o bicho vai pegar”. Era tradição, mais do que hoje, porque se conhecia o time que ia jogar. Foi legal ter ouvido. No início fui comparado ao Danilo Alvim (meio-campista do Vasco no final da década de 1940 e início da década de 1950), que era O Príncipe, então talvez tenha relação”.Juninho Pernambucano, em entrevista ao globoesporte.com, 18 de fevereiro de 2014. 

 

Juninho Monumental

Após o título brasileiro de 1997, o Vasco foi com tudo em busca da glória eterna na Copa Libertadores de 1998, ano do centenário do clube da Colina. E foi esse ano que transformou Juninho em ídolo. Primeiro, no Carioca, o craque mais uma vez foi brilhante e deu o passe para o gol do título estadual, anotado pelo zagueiraço Mauro Galvão. Depois, na campanha continental, o meia seguiu decisivo, mas acabou de fora de alguns jogos por causa de uma lesão no púbis. Porém, ele teve tempo de voltar. Na semifinal, o time carioca havia vencido o River Plate-ARG por 1 a 0 na ida e precisava apenas de um empate na volta, no Monumental. A partida foi duríssima e o River abriu o placar com Sorín, escorando cruzamento de Gallardo. 

Juninho (à dir.) celebra o gol de empate ao lado de Luisinho e Odvan.

 

Os argentinos pressionaram em busca do segundo gol e o Vasco foi tentando encontrar uma maneira de empatar, com substituições e mudanças táticas. Antonio Lopes decidiu colocar Juninho. E foi a escolha decisiva para a classificação. Aos 36’ do segundo tempo, Vagner sofreu falta de fora da área. Juninho foi para a bola. Era de longe, mas o camisa 8 era um especialista. Foi para a cobrança, colocou um efeito impressionante no chute, e a redonda voou no ângulo do goleiro. Golaço, daqueles para emoldurar para sempre. Sensacional. Monumental. E que virou até música:

 

“Vasco, a tua glória é tua história / É relembrar o Expresso da Vitória / Contra o River Plate, sensacional (gol de quem?) / Gol do Juninho, Monumental”.

 

O empate em 1 a 1 colocou o Vasco na decisão diante do Barcelona-EQU e o time cruzmaltino foi campeão após vitória por 2 a 1 em Guayaquil, com duas assistências de Juninho. O título deu ao Vasco a chance de conquistar o mundo em dezembro, no Japão, diante do fortíssimo Real Madrid. A partida foi emblemática, o Vasco jogou muito, mas foi o Real que abriu o placar, em chute de Roberto Carlos que acabou desviando em Nasa. O time brasileiro empatou em golaço de Juninho, continuou pressionando, mas Raúl González anotou um gol épico e deu o título ao Real. Foi traumático perder daquela maneira, mas o Vasco fez um jogo que poucos clubes sul-americanos conseguiram fazer diante dos europeus na época. Leia mais sobre esse jogo eterno clicando aqui!

 

Seleção e mais títulos

Em 1999, Juninho foi convocado pela primeira vez para a seleção brasileira e disputou 4 partidas naquela temporada, uma delas em um dia curioso: ele entrou em campo na vitória por 4 a 2 sobre a Argentina, em Porto Alegre, pegou o avião, foi até Montevidéu e entrou no segundo tempo de um jogo do Vasco contra o Nacional pela Copa Mercosul – o time cruzmaltino acabou perdendo por 3 a 0. Juninho se tornou naquela ocasião o primeiro jogador a disputar duas partidas em dois países diferentes no mesmo dia! Ainda em 1999, ele voltou a marcar gols decisivos, como nas finais do Torneio Rio-SP, vencido pelo Vasco após dois triunfos sobre o Santos – Juninho fez gol nos dois jogos, um deles de falta. 

Juninho Pernambucano e a taça da Copa Mercosul de 2000.

 

Em 2000, o craque brilhou nas conquistas da Copa João Havelange e também da Copa Mercosul, esta muito especial pelo fato de o Vasco ter conseguido uma virada espetacular pra cima do Palmeiras, em pleno Palestra Itália. Após perder o primeiro tempo por 3 a 0, o Gigante da Colina virou para 4 a 3 e levantou o caneco. As imagens de Juninho batendo no peito e demonstrando o orgulho vascaíno ficaram marcadas para sempre na memória do torcedor. Em 64 jogos disputados em 2000, Juninho marcou 12 gols – um deles na final da Copa João Havelange, diante do São Caetano. Enfim, naquele ano, o craque ganhou a Bola de Prata como melhor meia do torneio.

 

Dinastia na França

Juninho, ainda com a camisa 12, em meados de 2001: craque viraria um mito na França.

 

Campeão de praticamente tudo no Vasco, Juninho começou a pensar em seu futuro em 2001. Sem ter a valorização que merecia da diretoria, que não dava aumentos e vivia com problemas financeiros, o craque ouviu propostas de outros clubes e, mesmo com o coro da torcida para sua permanência, precisava de uma mudança para sua carreira. Diante de um imenso imbróglio com o Vasco, Juninho acabou se transferindo de graça para o Lyon. Ele deixou o Vasco naquela primeira passagem com 295 partidas, 55 gols e 10 títulos conquistados.

Na França, Juninho – então camisa 12 do time, a 8 só viria em 2002-2003 – foi um dos brasileiros que ajudaram o Lyon a iniciar uma das maiores dinastias das grandes ligas do futebol europeu. Dominante no meio de campo, cada vez mais preciso nas bolas paradas e com um faro goleador ainda maior do que nos tempos de Vasco, Juninho ajudou o Lyon a levantar impressionantes 7 títulos seguidos da Ligue 1. Em Lyon, o craque brasileiro pôde desenvolver seu futebol ao máximo e mostrar para o mundo a habilidade que o Brasil inteiro já conhecia: a cobrança de falta perfeita, batendo de peito na bola, que subia e descia em uma velocidade impressionante e cujo destino muitas vezes era o fundo das redes. Como maestro do time, participou de todos os títulos franceses que o Lyon viria a ganhar.

Após o primeiro título, em 2001-2002, Juninho assumiu de vez o protagonismo do time em 2002-2003 e não só foi o artilheiro da equipe no campeonato com 13 gols, mas também marcou o gol do título – no empate em 1 a 1 com o Montpellier. Na temporada 2003-2004, o time começava a jogar no modo automático. Foram campeões com três pontos de vantagem sobre o PSG. Juninho, agora, já comandava o time cadenciando o jogo, nas bolas paradas e na liderança junto ao elenco. Ele ia trilhando o percurso para ser o maior ídolo da história do clube. Ao lado de Essien e com a proteção de Diarra e Dhorasoo, o brasileiro construía as principais jogadas do time e era o maestro que ditava o ritmo de jogo.

 

Copa e grand finale

Foto: Getty Images.

 

Durante sua trajetória pelo Lyon, Juninho virou um dos jogadores sempre lembrados pelo técnico Parreira para a seleção, após ser preterido por Felipão no Mundial de 2002. O camisa 8 esteve no grupo que viajou até a Alemanha para a Copa de 2006, mas, antes, o meia foi titular do time que conquistou a Copa das Confederações de 2005, com um gol na estreia diante da Grécia. No Mundial de 2006, Juninho foi titular contra o Japão, na fase de grupos, e marcou um gol nos 4 a 1 sobre o time asiático. Ele ainda foi titular no fatídico duelo contra a França, nas quartas de final, mas o Brasil perdeu por 1 a 0 e foi eliminado. Muito emocionado, o meia se despediu do time canarinho naquele dia. Foram 40 jogos e seis gols com a camisa amarela.

De volta ao Lyon, Juninho disputou um dos jogos mais marcantes da campanha do título francês de 2006-2007. Em um duelo contra o Olympique, fora de casa, em outubro de 2006, os rivais fizeram o jogo mil do Canal+, uma das principais emissoras de televisão da França. A expectativa para a partida era bem grande, e o Lyon teve dificuldades para chegar ao Vélodrome por conta da torcida rival. Até Zinédine Zidane estava na arquibancada. Mas, em campo, só deu Lyon: 4 a 1 com facilidade e direito a um dos gols de falta mais bonitos da carreira de Juninho. 

Do lado direito do campo, ele soltou um foguete cruzado, que ia morrer na rede esquerda do gol. Em 2007-2008, o Lyon fechou sua dinastia com o heptacampeonato, algo inédito nas grandes ligas europeias na época. A dominância do Lyon na França acabou em 2008-2009, quando o time terminou na terceira posição. Juninho se despediu do clube em 2009 como ídolo e um dos maiores jogadores da história da Ligue 1. Em 344 jogos, o craque marcou exatos 100 gols (43 gols de falta) e deu 125 assistências.

 

Retorno ao Vasco e aposentadoria

Foto: Nina Lima/FOTOCOM.NET

 

Depois de deixar o Lyon, Juninho teve uma breve passagem pelo Al-Gharafa, do Catar, pelo qual venceu títulos nacionais e virou xodó da torcida. Em 2011, acertou seu retorno ao Vasco aos 36 anos. Ele foi recebido com enorme festa e a presença de ídolos do passado como Carlos Germano, Luisinho, Geovani e Felipe. A estreia do craque teve gol de falta e ele vestiu a braçadeira de capitão do time naquele ano. Com ele em campo, o Vasco foi vice-campeão brasileiro e alcançou as semifinais da Copa Sul-Americana. 

No ano seguinte, Juninho liderou o Vasco em boas campanhas, entre elas as quartas de final da Libertadores e ao 5º lugar no Brasileirão, no qual o craque marcou sete gols e deu 10 assistências. Foi em 2012 que ele atingiu sua marca mais goleadora pelo clube: 14 gols em 50 jogos. Já sem a condição física ideal, o craque acabou deixando o cruzmaltino no final de 2012 para jogar no futebol dos EUA. Após uma breve passagem por lá, o meia retornou ao Vasco em 2013, mas jogou pouco por conta de uma lesão na coxa e se aposentou em definitivo aos 39 anos.

Foto: Icon Sport

 

Depois de pendurar as chuteiras, Juninho seguiu no mundo esportivo, atuando como comentarista e também na função de diretor do Lyon entre 2019 e 2021. O brasileiro é até hoje cultuado com um dos maiores cobradores de falta de todos os tempos e também um dos mais talentosos meias de sua geração. Referência para diversos jogadores, sendo o mais famoso Andrea Pirlo, que se inspirou no brasileiro para aperfeiçoar suas cobranças de faltas, Juninho Pernambucano foi rei no Vasco e ainda maior no Lyon. Um craque imortal.

 

Números de destaque:

 

Disputou 393 jogos e marcou 76 gols pelo Vasco

Disputou 343 jogos e marcou 100 gols pelo Lyon.

Disputou 40 jogos e marcou 6 gols pela seleção do Brasil.

Marcou 77 gols de falta na carreira.

Disputou 835 jogos e marcou 211 gols na carreira

 

 

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Comentários encerrados

Um Comentário

  1. Mandou muito bem, imortais! O Juninho era um dos jogadores que eu mais queria ver no site! Foi um grande meia e lenda no Vasco e no Lyon! Parecia mágico quando ele cobrava faltas! Como disse, Imortais, serviu de inspiração para o Pirlo! O italiano se inspirou no cara certo!

    O Juninho era um dos jogadores que eu mais queria ver na seção dos craques! Imortais, que bom que fez um texto sobre esse craque tão monumental e tão imortal! Abraço!

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