Data: 19 de maio de 2012
O que estava em jogo: o título da Liga dos Campeões da UEFA de 2011-2012
Local: Allianz Arena, Munique, Alemanha
Árbitro: Pedro Proença (POR)
Público: 62.500
Os Times:
Bayern München-ALE: Neuer; Lahm, Boateng, Tymoshchuk e Contento; Schweinsteiger e Toni Kroos; Robben, Thomas Müller (Van Buyten, 87’) e Ribéry (Olic, 97’); Mario Gómez. Técnico: Jupp Heynckes.
Chelsea-ING: Peter Cech; Bosingwa, David Luiz, Cahill e Ashley Cole; Obi Mikel, Frank Lampard, Kalou (Torres, 84’) e Bertrand (Malouda, 73’); Juan Mata; Didier Drogba. Técnico: Roberto Di Matteo.
Placar: Bayern München 1×1 Chelsea. Gols: Thomas Müller-BMN, aos 38’, e Drogba-CHE, aos 43’ do 2º T.
Nos pênaltis, Chelsea 4×3 Bayern. David Luiz, Lampard, Ashley Cole e Drogba fizeram para o Chelsea. Juan Mata perdeu. Lahm, Gómez e Neuer fizeram para o Bayern. Olic e Schweinsteiger perderam.
“O contraste de Munique: a inédita glória azul e o pai de todas as derrotas”
Por Guilherme Diniz
Poucos clubes tiveram o privilégio de decidir uma Liga dos Campeões da UEFA em casa (em casa mesmo, não apenas no país de origem) ao longo da história. Aliás, pouquíssimos. O primeiro deles foi o Real Madrid, em 1957, que celebrou o título ao derrotar a Fiorentina-ITA por 2 a 0 na final do Santiago Bernabéu. Anos depois, foi a vez da Internazionale, em 1965, que celebrou seu bicampeonato europeu com vitória por 1 a 0 sobre o Benfica-POR no San Siro. Já a Roma-ITA, em 1984, não teve a mesma sorte que seus antecessores e, após empatar em 1 a 1 no tempo regulamentar jogando no Estádio Olímpico, foi derrotada nos pênaltis pelo Liverpool-ING.
Quase 30 anos se passaram e, em 2012, o Bayern München se tornou apenas o 4º clube a conseguir disputar uma final europeia em sua casa, na Allianz Arena, em Munique. Tudo estava a favor dos alemães: time embalado, muitos craques em campo, torcida fervorosa e um estádio lotado e certo de que mais uma Velhinha Orelhuda seria levantada. Só que do outro lado estava um Chelsea que vinha de uma classificação histórica sobre o poderoso Barcelona de Guardiola, com vitória em casa por 1 a 0 e empate em 2 a 2 no Camp Nou, depois de estar perdendo por 2 a 0 e com um jogador a menos.
A decisão foi tensa, mas o Bayern conseguiu abrir o placar na reta final do segundo tempo e o 1 a 0 deixou a Allianz Arena efervescente. A festa bávara era questão de tempo. Só que o Chelsea estava cansado de colecionar decepções na Liga dos Campeões. Investia milhões desde o começo dos anos 2000 em contratações. Havia alcançado uma final, em 2008, mas perdeu para o Manchester United. E tinha vários remanescentes daquele doloroso revés, em especial três personagens: Petr Cech, Frank Lampard e Didier Drogba.
Aos 43’, foi Drogba o responsável por subir mais alto do que todo mundo na área alemã, testar firme e empatar o jogo. Na prorrogação, Drogba cometeu um pênalti. Herói no jogo, vilão no tempo extra? Não. Arjen Robben chutou e Petr Cech defendeu. A partida foi para os pênaltis. E, na marca da cal, Petr Cech defendeu mais um, Lampard converteu o seu e Drogba teve a missão de cobrar o chute derradeiro dos ingleses. Ele fez e o Chelsea levantou sua sonhada e inédita Liga dos Campeões da UEFA, superando inclusive as odds da Liga dos Campeões na BetUS na época.
Enquanto de um lado o que se via era uma festa marcante e muito choro de emoção, do outro víamos uma Allianz Arena envolta em um mar de lamentação e drama. Se a derrota na final de 1999 era a “mãe de todas as derrotas” para os Bávaros, naquela noite eles conheceram o “pai”… É hora de relembrar Bayern München 1×1 Chelsea 2012.
Sumário
Pré-jogo
Após a derrota na final da Liga dos Campeões de 2010 para a Internazionale, o Bayern voltava a uma decisão continental certo de que a história seria bem diferente. Com um técnico vitorioso, um elenco jovem e de extremo talento e jogando um futebol bastante competitivo, os Bávaros ainda tinham a vantagem de jogar em casa, na Allianz Arena, em Munique. Uma chance de ouro para levantar a 5ª Velhinha Orelhuda de sua história. Pelo caminho, a equipe superou um grupo com Napoli-ITA, Manchester City-ING e Villarreal-ESP e, no mata-mata, passou fácil por Basel-SUI (7 a 1 no agregado), Olympique de Marselha-FRA (4 a 0 no agregado) e eliminou um dos favoritos, o Real Madrid-ESP, após 3 a 3 no agregado e vitória nos pênaltis por 3 a 1.

Para a final, o técnico Jupp Heynckes não teria à sua disposição três jogadores (suspensos): os defensores David Alaba e Badstuber e o volante Luiz Gustavo. Mesmo assim, os alemães iam forte para o jogo com o goleiro Neuer, o zagueiro Boateng, o lateral-direito Lahm, os volantes Toni Kroos e Bastian Schweinsteiger, os meias Robben, Thomas Müller e Ribéry e o centroavante Mario Gómez.
Do outro lado, tínhamos um pouco badalado Chelsea, já sem a força dos tempos de Mourinho e do time vice-campeão em 2008, mas ainda sim bem cascudo. Comandado pelo técnico e ídolo Roberto Di Matteo e com remanescentes de outrora, em especial Didier Drogba, os Blues superaram desafios imensos, como o forte Napoli da época, nas oitavas, e o favorito Barcelona, nas semis, após vitória por 1 a 0 em casa e empate em 2 a 2 no Camp Nou, após estar perdendo por 2 a 0 e com um jogador a menos.


Os Blues tinham desfalques importantes para a decisão, entre eles os zagueiros Ivanovic e John Terry e os meio-campistas Ramires e Raul Meireles. Com isso, Roberto Di Matteo teve que adaptar seu time com David Luiz e Cahill na zaga, Bosingwa e Ashley Cole nas laterais, Obi Mikel e Lampard mais recuados no meio, Kalou e Bertrand abertos na intermediária do ataque, Juan Mata centralizado e Didier Drogba como centroavante. A tática dos ingleses era jogar no contra-ataque, no erro do adversário e na ansiedade do rival. A obrigação era toda deles. Eles que jogavam em casa. O Chelsea era a “zebra”. Mas jamais poderia ser menosprezado.
Primeiro tempo – Falta de pontaria
Logo no primeiro minuto do jogo, o volante Schweinsteiger levou cartão amarelo por parar uma jogada com a mão e já ficou em alerta. Os Bávaros faziam uma marcação sob pressão e dificultavam bastante a saída de jogo dos ingleses, que atuavam mais contidos, à espera de uma bola. Aos 7’, Robben recebeu ótimo passe de Ribéry, mas pegou mal na bola e chutou por cima do gol. O time da casa seguiu atacando, principalmente em bolas aéreas e cobranças de escanteio, porém, pecava demais na hora de finalizar. A primeira mais efetiva foi aos 20’, quando Robben chutou e Petr Cech defendeu com as pernas, em uma legítima defesa de futebol de salão!


O Bayern atacava e atacava, mas a pontaria de seus jogadores era uma desgraça só. Naquela etapa inicial, os alemães deram 16 chutes a gol contra apenas dois do Chelsea, porém, só dois desses 16 chutes foram de fato no gol. Com mais de 60% de posse de bola, os Bávaros não conseguiam converter aquela dominância em gols e a tática dos Blues era cumprida com maestria. Eles iriam se defender com unhas e dentes e tentar um contra-ataque. Ou, quem sabe, arriscar uma disputa de pênaltis.
Segundo tempo – Do fim do sonho à esperança
As equipes voltaram sem modificações para a etapa final e o Bayern seguiu sua pressão em busca do gol, sempre pelas pontas, em especial com Robben, o mais acionado do ataque alemão. O holandês era uma ameaça constante, mas Ashley Cole conseguia ganhar várias divididas e impedir cruzamentos ou passes mais agudos do camisa 10. Aos 8’, o Bayern até marcou um gol, mas o tento de Ribéry foi anulado por impedimento. O tempo passava e a zaga azul seguia impenetrável. Os chutes ao gol dos Bávaros aumentavam, só que a pontaria seguia ruim – foram 19 chutes a gol no segundo tempo, apenas cinco no gol.

Aos 27’, o técnico Di Matteo tirou o meia Bertrand e colocou Malouda, com o intuito de ter mais força pelo lado esquerdo do ataque e tentar mais alternativas nos minutos finais. Mas, aos 30’, foi o Bayern que chegou ao ataque quando Ribéry fez boa jogada dentro da área e Cech evitou o gol com um tapinha por cima da meta. A partida começou a ter mais faltas, felizmente sem muita rispidez. Só aos 35’ que saiu o segundo cartão amarelo do jogo, para Ashley Cole, por falta em Thomas Müller. E seria o camisa 25 alemão o responsável pelo primeiro gol do jogo três minutos depois.
Aos 38’, Toni Kroos dominou na entrada da área e cruzou na outra ponta, perto da trave esquerda de Petr Cech. Thomas Müller apareceu por lá e cabeceou para o chão, forte. A bola subiu, enganou o goleirão do Chelsea e entrou: 1 a 0. Delírio do lado alemão! E muita vibração do camisa 25. Faltavam poucos minutos para o fim. Era só o Bayern tentar manter a posse de bola que a Velhinha Orelhuda ficaria em Munique.

O Chelsea foi para o tudo ou nada e Fernando Torres entrou no lugar de Kalou, enquanto Müller foi substituído por Van Buyten, que teria a função de dar mais segurança defensiva aos Bávaros naquela reta final. Um time de menor calibre teria jogado a toalha, mas havia uma característica evidente naquele Chelsea desde a chegada de Roberto Di Matteo: a equipe não se entregava. Todos viram como eles jogaram contra o Barcelona no Camp Nou, e em uma situação ainda mais adversa. E não seria diferente naquela final. O Chelsea ficou no ataque e conseguiu um escanteio aos 43’.



Juan Mata foi para a cobrança. O meia cobrou para a área. Vários jogadores estavam dispostos a marcar o gol do empate e da sobrevida. Lampard poderia ir nela. Mas, antes de subir, ele ouviu: “Minha!!”. O capitão saiu do caminho. Quem apareceu? Didier Drogba. Como um ser dominante da área, uma força da natureza, o marfinense cabeceou sem qualquer rival capaz de atrapalhá-lo e mandou a bola para o fundo do gol. Era o empate. Na comemoração, Drogba se emocionou. Não tinha como esconder o choro em um momento como aquele. A glória europeia, o sonho de garoto, estavam vivos. Tinha que ser dele o empate. A final estava aberta. Teríamos prorrogação.
Prorrogação e pênaltis – os Senadores Azuis definem a glória
No tempo extra, o Chelsea voltou à tática da bola única. E, enquanto os atacantes estavam lá atrás ajudando na marcação, Drogba, o herói do empate e que ainda mantinha viva a chama do título, cometeu pênalti em Ribéry logo aos dois minutos. Na bola, Robben, que buscava a redenção após perder um gol feito na final da Copa do Mundo de 2010 com a Holanda. Ele bateu, mas Petr Cech, outro ídolo dos Blues, defendeu. A zica ainda pairava sobre o holandês. E os astros realmente estavam com os ingleses.

Três minutos depois, Ribéry teve que sair para a entrada de Olic e o Bayern perdeu uma importante peça em busca da vitória. A partida era dramática para os alemães e tinha um roteiro mais favorável aos ingleses. Os laterais Bosingwa e Ashley Cole ganhavam todas e faziam uma final memorável. Na zaga, Cahill e David Luiz – apesar de algumas faltas mais duras do brasileiro – também demonstraram muita eficiência. No segundo tempo, Olic teve boa chance logo no comecinho, ao pegar de primeira após cobrança de escanteio, mas o chute foi para fora. Os alemães dominaram as ações ofensivas naqueles minutos finais, só que o gol não saiu.
Após o apito do árbitro, a decisão da UCL de 2012 foi para os pênaltis. Ao longo de 120 minutos, o Bayern deu impressionantes 43 chutes a gol, mas míseros sete chutes no gol. O Chelsea chutou nove vezes ao gol, sendo três no gol. Os Bávaros tiveram 20 escanteios a seu favor, enquanto o Chelsea teve apenas um, justamente o que originou o gol de Drogba. Ficou claro que todo o volume de jogo do Bayern não adiantou nada diante de um time eficiente na defesa e na marcação. A partida foi muito faltosa a partir do segundo tempo e na prorrogação, totalizando 26 faltas do Chelsea e 14 faltas do Bayern.

Na disputa de pênaltis, os jogadores foram cobrar no gol onde ficava a torcida do Bayern, que entendeu aquilo como um bom presságio. Só que o Chelsea via mais uma oportunidade para superar outra adversidade imposta no seu caminho. A primeira UCL nunca é fácil. E não seria. Philipp Lahm abriu as cobranças e fez 1 a 0 para o Bayern. Juan Mata partiu para o primeiro chute do Chelsea e viu Neuer defender. A esperança era bávara. Mario Gómez, David Luiz, Neuer e Lampard converteram os chutes seguintes. O placar ainda era do time da casa.
Mas, na quarta cobrança, Olic, justamente o jogador que havia entrado no lugar de Ribéry, chutou e Petr Cech defendeu! Ashley Cole fez o terceiro gol dos Blues e deixou tudo igual. Schweinsteiger foi para a cobrança do último chute dos alemães e Petr Cech tocou na bola o suficiente para mandá-la para a trave! Era hora do último chute do Chelsea. Na bola, Drogba. O marfinense deslocou Neuer, fez o gol da vitória por 4 a 3 e do inédito título da equipe londrina. De partida marcada para o futebol chinês na época, o craque podia ir com o dever cumprido. Ele já estava na história do Chelsea. E da Liga dos Campeões da UEFA.




O troféu europeu colocava o Chelsea em um degrau que muitos rivais locais jamais haviam chegado. Era a almejada conquista para lavar a alma do torcedor, que viu esquadrões dos mais diferentes tipos ao longo daqueles anos, mas que nunca haviam alcançado a glória máxima na Europa. Enfim, a espera acabou naquela noite mágica de 19 de maio de 2012. Já o Bayern sofreu uma de suas piores derrotas da história, em casa e em plena final europeia. Uma ferida tão grande quanto o revés de 1999, quando vencia o Manchester United por 1 a 0 na final europeia daquele ano e, nos acréscimos do segundo tempo, levou dois gols e ficou com o vice, na chamada “mãe de todas as derrotas”. Bem, na noite de 19 de maio de 2012, o Bayern conheceu “o pai de todas as derrotas”…
Pós-jogo: o que aconteceu depois?
Bayern München: apesar do baque de uma derrota como aquela, o Bayern soube se reerguer como tantas vezes fez ao longo de sua história – inclusive pós-1999 – e tratou de voltar à uma final de UCL já na temporada seguinte, em 2012-2013. Pelo caminho, os Bávaros superaram grandes adversários, entre eles o badalado Barcelona, que levou de 7 a 0 no placar agregado com exibições de gala de craques como Thomas Müller, Arjen Robben, Schweinsteiger e o capitão Lahm. Na final, a equipe encarou o compatriota Borussia Dortmund, comandado na época por Jürgen Klopp e que buscava o bi com um futebol empolgante, ofensivo e “irresponsável”.

No primeiro tempo, o Borussia foi mais incisivo, mas parou no ótimo goleiro Neuer, em grande fase. O Bayern só foi responder no segundo tempo, quando assumiu o controle do jogo e abriu o placar com Mandzukic, após boa jogada entre Ribéry e Robben. Oito minutos depois, o Borussia empatou, de pênalti. Quando todos pensavam que o jogo iria para a prorrogação – e os torcedores do Bayern já mostravam desespero por tal cenário – o holandês Robben, que tinha a fama de “zicado” na época por perder gols em momentos decisivos tanto pelo Bayern quanto pela seleção holandesa, marcou o gol do título bávaro e enterrou de vez a “zica” e os recentes dramas europeus do clube de Munique. Leia mais clicando aqui!
Chelsea: vencer sua primeira UCL foi a cereja do bolo da gestão do magnata Roman Abramovich, na época ainda mandatário do clube azul e responsável pelos milhões investidos em contratações. A glória europeia coroou de vez os ídolos Cech, Lampard e Drogba. Aliás, Frank Lampard comentou sobre aquele troféu tempo depois.
“Tive muitos altos e baixos. Tentamos e lutamos para chegar às finais. Perdemos uma e depois o culminar de todo o nosso esforço foi o triunfo em Munique, e ainda mais nas circunstâncias em que aconteceu: sem sermos favoritos e na casa do adversário. Quando me perguntam sobre a minha carreira, é impossível não falar desse jogo como o momento mais importante. Se tivesse terminado a carreira sem esse título, certamente sentiria que ela ficou incompleta. Vencer a Champions League com o Chelsea, o primeiro clube londrino a consegui-la, é algo que nos orgulha. […] Não gostei do jogo, não gostei mesmo nada. Foi doloroso aguentar e tentar levar o jogo para os pênaltis. Mas o momento em que o chute do Drogba (na última cobrança) entrou no gol foi sensacional”. – Frank Lampard, em entrevista ao site da UEFA, 15 de maio de 2020.


O Chelsea perdeu Drogba, Kalou, Bosingwa e Raul Meireles na temporada 2012-2013, mas trouxe nomes como Eden Hazard, Oscar, Azpilicueta e Moses e conseguiu o título da Liga Europa da UEFA, o que fez a equipe inglesa reencontrar o Bayern na final da Supercopa da UEFA de 2013. Dessa vez, o Chelsea abriu o placar logo aos 8’, com Fernando Torres, mas Ribéry, aos 47’, empatou. A partida foi para a prorrogação e Eden Hazard fez 2 a 1 para os Blues, que já estavam em contagem regressiva para o título quando Javi Martínez, aos 120’ + 1’, empatou e levou a decisão apra os pênaltis. Na marca da cal, todos os cobradores do Bayern acertaram suas cobranças até Lukaku desperdiçar o último chute do Chelsea. O 5 a 4 deu o título ao Bayern, que celebrou uma doce vingança diante dos Blues.

O trabalho Imortais do Futebol – textos do blog de Imortais do Futebol foi licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição – NãoComercial – SemDerivados 3.0 Não Adaptada.
Com base no trabalho disponível em imortaisdofutebol.com.
Podem estar disponíveis autorizações adicionais ao âmbito desta licença.




Os caras venderam o Drogba e meu Corinthians agradeceu pois ficou um pouco mais fácil ganhar o Mundial embora todos nós imaginavamos uma hipotética final contra o Bayern aí já não sei mas enfim obrigado Chelsea.