Data: 28 de janeiro de 2026
O que estava em jogo: três pontos essenciais na luta por uma vaga na fase eliminatória da Liga dos Campeões da UEFA de 2025-2026.
Local: Estádio da Luz, Lisboa, Portugal
Árbitro: Davide Massa (Itália)
Público: 64.305 pagantes
Os Times:
Benfica-POR: Trubin; Dedic, Tomás Araújo, Otamendi e Dahl; Barreiro e Aursnes; Sudakov (Barrenechea, 83′); Prestianni (Rego, 87′), Pavlidis (Franjo Ivanovic, 90′) e Schjelderup (António Silva, 90′). Técnico: José Mourinho.
Real Madrid-ESP: Courtois; Valverde, Raúl Asencio, Huijsen (Alaba, 79′) e Carreras (Brahim Díaz, 79′); Tchouaméni (Camavinga, 55′), Arda Güler (Cestero, 79′) e Bellingham; Mastantuono (Rodrygo, 55′), Mbappé e Vinícius Júnior. Técnico: Álvaro Arbeloa.
Placar: Benfica 4×2 Real Madrid. Gols: (Mbappé-RMD, aos 30′, Schjelderup-BEN, aos 36′, e Pavlidis-BEN, aos 45’+ 5′ do 1º T; Schjelderup-BEN, aos 9′, Mbappé-RMD, aos 13′, e Trubin-BEN, aos 45’+ 8′ do 2º T).
Cartões Vermelhos: Asencio e Rodrygo (Real Madrid)
“Trubin, o gol aos 90’+8′ e o épico encarnado na Luz”
Por Guilherme Diniz
Nos anos 1960, o Benfica formou o maior esquadrão de sua história. Com uma geração de craques impressionantes, o clube lisboeta conquistou duas Copas dos Campeões da Europa, sete Campeonatos Portugueses, três Taças de Portugal e deu shows inesquecíveis nos mais diversos rivais e em diferentes campos. E foi nessa época que o clube se acostumou a fazer o que pouquíssimos no mundo já conseguiram: vencer mais do que perder do Real Madrid em Ligas dos Campeões da UEFA – duas vitórias e uma derrota em três jogos. Aliás, o Benfica não só venceu mais como conquistou sua segunda copa europeia exatamente em cima dos merengues, em uma noite épica de Eusébio, que ofuscou a tripleta de Puskás, marcou dois gols e liderou a vitória por 5 a 3 dos encarnados em Amsterdã (HOL).
Porém, décadas se passaram e nunca mais os portugueses enfrentaram o Real Madrid na principal competição de clubes do mundo. Até que, no dia 28 de janeiro de 2026, eis que lisboetas e madrilenos se reencontraram pela primeira vez desde os últimos embates lá nas quartas de final da Copa dos Campeões de 1964-1965, quando o Benfica enfiou 5 a 1 no Real no Estádio da Luz (com dois gols de Eusébio) e perdeu por apenas 2 a 1 no Santiago Bernabéu para se classificar. Em 2026, o Benfica era bem diferente do timaço dos anos 1960. Mas tinha uma característica idêntica: a raça para vencer. O clube sabia que precisava de gols e de uma vitória para se classificar para os playoffs da Liga dos Campeões. Já o Real Madrid precisava de uma simples vitória para ficar com a vaga direta às oitavas de final.
Quando a bola rolou, Mbappé colocou o Real Madrid na frente, assim como Puskás colocou o Real na final de 1962. Mas o Benfica jogava em sua casa, com sua gente, e tratou de virar a partida ainda no primeiro tempo. Na segunda etapa, os encarnados ampliaram para 3 a 1, só que Mbappé, querendo ser Puskás, marcou outro. Os resultados da rodada e o saldo de gols dramatizaram a situação do Benfica, que se via classificado e eliminado a todo instante, sem um roteiro definido. Nos acréscimos, o clube português foi para o tudo ou nada. O Real, sem qualquer ordem, viu dois jogadores serem expulsos.
Até que, no último lance, uma bola alçada na área com extrema classe encontrou a cabeça de Trubin, que subiu alto, como Eusébio ou José Águas subiriam. Ele testou forte, a bola foi parar no fundo do gol de Courtois e decretou a vitória benfiquista por 4 a 2 aos 90’+8’. A classificação encarnada estava consolidada. Uma vitória épica, fabulosa como os contos dos anos 1960, justa homenagem aos heróis daquela década e a própria história do Sport Lisboa e Benfica. É hora de relembrar o Benfica 4×2 Real Madrid 2026.
Pré-jogo
Benfica e Real chegaram à última rodada da Fase de Liga da UCL em condições bem distintas. Os portugueses vinham de derrota por 2 a 0 para a Juventus-ITA, fora de casa, e não dependiam mais de si para avançar aos playoffs. A equipe do técnico José Mourinho precisava da vitória na última rodada por uma boa diferença de gols e torcer para seus concorrentes diretos – Olympique de Marselha-FRA, Pafos-CHP, Bodo/Glimt-NOR, PSV-HOL e Union Saint-Gilloise-BEL tropeçarem. Só que a tarefa dos encarnados era complicada, mesmo jogando em casa: derrotar o Real Madrid, que havia massacrado o Monaco-MO por 6 a 1 na rodada 7 e contava com Mbappé em grande fase e artilheiro daquela UCL com incríveis 11 gols, recorde na história da Fase de Liga / Fase de Grupos da competição e só alcançado anteriormente por Cristiano Ronaldo, também pelo Real.


Os madrilenos estavam entre os oito primeiros e, se vencessem, iriam direto para as oitavas de final, algo essencial para o planejamento da temporada e por reduzir em dois jogos o cronograma do clube. Em um calendário apertado e cheio de compromissos complicados, dois jogos a menos faria uma enorme diferença na sequência merengue. Completo, o time espanhol apostava nos gols de Mbappé e na mudança de ares que o técnico Arbeloa trouxe ao elenco, que viveu às turras sob o comando do ex-técnico Xabi Alonso.

Já o Benfica, como precisava de gols, não poderia ir de “park the bus” como Mourinho sempre gostou e foi mais ousado na escalação, com dois homens mais fixos no meio de campo e uma linha de quatro na frente, com Pavlidis avançado e Schjelderup e Prestianni mais abertos pelas pontas. Na zaga, o capitão Otamendi seria o responsável por evitar os gols de Mbappé. Com muito em jogo e o primeiro encontro entre as equipes desde 1965, o duelo já era histórico por si só. E, quando a bola rolou, entregou tudo o que o amante do futebol esperava.
Primeiro tempo – Dianteira merengue e virada encarnada
Pisar no gramado do Estádio da Luz para o Real Madrid era relembrar a conquista de La Décima, quando bateu o rival Atlético de Madrid na decisão de 2014. Mas era também recordar o último duelo contra o Benfica, nas quartas de final de 1964-1965, quando Eusébio (2), José Augusto, António Simões e Coluna anotaram os gols da goleada de 5 a 1 que praticamente classificou o time português para a semifinal – o duelo terminou 6 a 3 no agregado e os encarnados disputaram a final, mas perderam para a Grande Inter de Herrera e Sandro Mazzola.
Neste misto de lembranças, o Real deu a saída e, com apenas três minutos, cometeu uma falta dura que deu a Tchouaméni o primeiro cartão amarelo do jogo. O Benfica demonstrava garra, aptidão física e frieza. Aos 6’, após escanteio, o Benfica quase abriu o placar, mas a bola ficou esguia dentro da pequena área e Tomás Araújo acabou chutando para fora. Com marcações altas, as equipes dificultavam as saídas de bola dos goleiros e geravam tensão na Luz, mas era o Benfica quem se dava bem com um bloco de marcação que dificultava o ataque madrileno. Aos 14’, Sudakov foi lançado em velocidade, tocou no meio para Prestianni, que tocou para Pavlidis, mas o atacante não conseguiu vencer Courtois, que defendeu à queima roupa.

Prestianni pediu pênalti no lance, o árbitro assinalou, mas o VAR acabou anulando, o que gerou revolta nos torcedores encarnados, que reclamavam bastante do árbitro italiano pela falta de clareza em alguns lances e por não marcar faltas claras, como aos 20’, em Pavlidis, no meio de campo. Aos 21’, Prestianni recebeu na ponta da grande área, chutou forte, mas Courtois, sempre milagreiro, tocou a redonda, que ainda bateu no travessão e foi para fora. Que chance perdeu o Benfica! Do banco, Mourinho sorriu, não acreditando na defesaça do goleiro belga.
Aos 25’, a resposta madrilena veio em chute de fora da área de Arda Güler, que passou muito perto do gol de Trubin e fez Otamendi dar uma bronca geral na zaga por conta do espaço que o turco teve no arremate. Segundos depois, Sudakov, pela direita, conduziu até a entrada da área, ganhou de Tchouaméni e chutou cruzado, mas a bola foi para fora. A partida era frenética, rápida e cheia de oportunidades, mesmo com a chuva que teimava em cair no gramado da Luz.


O placar de 0 a 0 era péssimo para ambas as equipes, pois o Real começava a despencar de posições a medida em que outras equipes iam vencendo seus jogos e o Benfica também ficava longe da 24ª posição, a última da zona de classificação aos playoffs. Mas, aos 30’, o Real Madrid conseguiu tirar o zero. Asencio, como um lateral-direito, cruzou para a área e a bola foi de encontro a Mbappé. O francês testou de primeira, sem qualquer chance para Trubin: 1 a 0. Foi o 12º do craque, que superou Cristiano Ronaldo e se isolou como maior artilheiro da história da UCL em uma Fase de Liga / Fase de Grupos com 12 gols em sete jogos disputados! Uma loucura!


O gol embalou o Real, que quase ampliou quatro minutos depois, após escanteio da direita e cabeçada de Asencio, defendida por Trubin. Na sequência, o Benfica conseguiu engatilhar um contra-ataque mortal com Pavlidis, que levantou a cabeça e cruzou para Schjelderup, que cabeceou para baixo, forte. A bola passou por entre as pernas de Courtois e entrou: 1 a 1. Benfica vivo! Os encarnados foram pra cima do Real e quase viraram em lances sequenciais: Dedic foi bloqueado no último segundo por Huijsen e Schjelderup, com o gol aberto, chutou em cima de Valverde. Depois, após cobrança de escanteio, Barreiro cabeceou sozinho dentro da pequena área, mas perdeu de maneira inacreditável.
A pressão benfiquista seguiu ávida até que Tchouaméni empurrou Otamendi dentro da área. Pênalti! Na cobrança, Pavlidis bateu bem e virou: 2 a 1. Enfim, justiça no placar, pelas oportunidades e grandes chances criadas dos portugueses – foram 14 chutes a gol, o dobro do Real, que não conseguiu transformar sua posse de bola – 63% contra 37% dos portugueses – em vantagem. Faltava criatividade com a bola e sem ela aos espanhóis, muito burocráticos e sem a intensidade do duelo contra o Monaco. Já o Benfica jogava como exigia um jogo daquele tamanho. Era uma digna noite europeia do gigante de Lisboa.
Segundo tempo – Emoções e o épico de Trubin
Mesmo com a vitória de momento, o Benfica estava eliminado da UCL por conta dos resultados da rodada. Só que os portugueses entraram para a etapa final com a mesma mentalidade e força do primeiro tempo, mas com toda a atenção do mundo, afinal, do outro lado estava o Real Madrid, em um jogo de UCL, onde o Rei é capaz de tudo e de remontadas impressionantes. Logo aos 47’, Vini Jr. recebeu cruzamento de Mbappé, só que a bola veio muito forte e o brasileiro cabeceou para fora. Muito apagado, o camisa 7 pouco aparecia na Luz. A resposta benfiquista veio aos 53’, com a bola passada de pé em pé, primeiro com Prestianni, na direita, depois com Pavlidis, no meio, até chegar em Schjelderup, que fintou Asencio, cortou pra direita e chutou forte, no canto de Courtois: 3 a 1.

Lindo gol encarnado! Para aliviar o torcedor e manter viva a esperança da vaga! Só que nem deu tempo de o torcedor comemorar muito e, quatro minutos depois, Arda Güler fez uma linda jogada na direita e cruzou rasteiro dentro da área. Adivinhe quem estava lá? Mbappé, claro. O francês, completamente livre, bateu de primeira, chapado, do jeito que a bola veio, e mandou a redonda no cantinho de Trubin: 3 a 2. Foi o 13º gol do craque na Fase de Liga. Monstruoso!
Mais uma vez o Benfica via sua classificação em risco, pois o saldo de gols contava muito àquela altura. Minutos depois, Bellingham recebeu de Vini Jr, mas desperdiçou. O Benfica teve outra chance aos 68’, com Sudakov, que aproveitou bobeada do zagueiro Huijsen e chutou cruzado, para fora. Aos 74’, com o empate do PSV diante do Bayern, o Benfica voltava a ficar de fora dos playoffs. As modificações em ambas as equipes tentavam mudar o panorama do jogo, que ficava dramático, pois o Real perdia sua vaga direta nas oitavas de final e precisava pelo menos do empate para continuar vivo. Com Rodrygo no ataque, a chance madrilena era ter mais velocidade, mas o brasileiro não conseguiu mudar o cenário de desorganização do time espanhol, enquanto o Benfica seguia no ataque e aproveitando os buracos na frágil zaga espanhola.

Aos 83’, Barreiro recebeu dentro da área e Courtois fez outra defesa dificílima. Perto dos 90’, com os resultados da rodada, tanto o Real ficava fora do G8 quanto o Benfica dos playoffs. Era tudo ou nada! O árbitro assinalou cinco minutos de acréscimos e, no primeiro minuto extra, Asencio levou o segundo amarelo e foi expulso. O jogo ficou ainda mais tenso e faltoso, o que exigiu mais três minutos de acréscimos. No minuto 95’, Rodrygo reclamou com o árbitro e foi expulso, deixando o Real com apenas nove jogadores em campo. O Benfica precisava de mais um gol para se classificar, pois o PSV perdia para o Bayern e o Olympique perdia por 3 a 0 para o Club Brugge.
Já no último minuto, o Benfica teve uma falta a seu favor, no lado direito, o mais explorado pelo time lisboeta em todo jogo. O time inteiro foi para a área, incluindo o goleiro Trubin, a pedido do técnico Mourinho. Era o “park the bus” ao contrário! Aursnes foi para a cobrança. Ele vestia a camisa 8, a mesma utilizada por Eusébio na final europeia de 1962. Pois ali veio a inspiração para o norueguês cruzar a bola perfeita dentro da área. Será que por ali estava José Águas? Mário Coluna? Não, estava Trubin. O goleiro ucraniano encarnou o mais letal centroavante para cabecear e vencer Courtois. A bola foi para o fundo do gol, indefensável, inesquecível, imortal: 4 a 2.



Um conto fabuloso estava escrito no Estádio da Luz. O Benfica estava classificado para os playoffs da Liga dos Campeões da UEFA. Vencia pela terceira vez em quatro jogos o Real Madrid na competição preferida do rei espanhol. E levou ao delírio todos os presentes nas arquibancadas de um estádio mítico que tanto aprendeu a vibrar com lendas que alavancaram o nome do Benfica ao topo da Europa por tanto tempo. Ao apito do árbitro, mais uma noite lendária europeia ganhou espaço na infinita enciclopédia de emoções da UCL. E, nela, o Benfica possui várias páginas, como a de Berna, 1961, ano de seu primeiro título continental. Como de Amsterdã, 1962, da virada de Eusébio sobre o Real de Puskás. E como a de Lisboa, 2026, do gol no último minuto do goleiro Trubin.
Pós-jogo: o que aconteceu depois?
Benfica: “Não tinha noção do que precisávamos. O Tomás (Araújo) e o António (Silva) estavam a dizer ‘um, um’, e eu pensei: ‘O quê?’. Mas depois vi toda a gente a mandar-me subir. Também vi o treinador, então subi, entrei na área e não sei… Não sei o que dizer. Foi um momento incrível. Não estou habituado a marcar gols. Tenho 24 anos e é a minha primeira vez. Inacreditável”. Foi assim que um extasiado goleiro Trubin descreveu seu gol na épica vitória benfiquista. Com 9 pontos e um gol a mais de saldo do que o Olympique, o clube português conseguiu a última vaga dos playoffs e seguirá em busca da vaga nas oitavas de final. A imprensa portuguesa enalteceu a façanha do clube e relembrou o time dos anos 1960, como sintetizou o jornalista de A Bola (POR), Luís Pedro Ferreira:
“Uma vitória com espírito dos anos 60 e lembrar a todos o que é ser, verdadeiramente, Benfica. ABSOLUTAMENTE ÉPICO! O Benfica encontrou-se com a História, e honrou Eusébio, Coluna e todos os ases que fizeram deste clube um gigante que olhou os outros de frente e nunca se deve atemorizar perante o desafio, mesmo que ele se chame Real Madrid”.

Trubin foi apenas o 5º goleiro na história da UCL a marcar um gol. Antes dele, os seguintes goleiros balançaram as redes:
- Hans-Jörg Butt, do Hamburgo (Hamburgo 4-4 Juventus, Setembro de 2000)
- Hans-Jörg Butt, do Bayer Leverkusen (Bayer Leverkusen 3-1 Juventus, Março de 2002)
- Hans-Jörg Butt, do Bayern (Juventus 1-4 Bayern München, Dezembro de 2009)
- Sinan Bolat, do Liège (Standard Liège 1-1 AZ, Dezembro de 2009)
- Vincent Enyeama, do Hapoel Tel-Aviv (Hapoel Tel-Aviv 1-3 Lyon, Setembro de 2010)
- Ivan Provedel, da Lazio (Lazio 1-1 Atlético de Madrid, Setembro de 2023)
- Anatoliy Trubin, do Benfica (Benfica 4-2 Real Madrid, Janeiro de 2026)
Real Madrid: o revés mandou o Real para os playoffs – o time terminou em 9º lugar – e destruiu a chance de vaga direta para as oitavas de final pela segunda temporada seguida. O clube, antes tão habituado a se classificar sem crises pelas fases de grupos, vem sofrendo na Fase de Liga e prova que necessita de uma boa retaguarda, apesar de ter Mbappé em grande fase. Curiosamente, o clube merengue enfrentou novamente o Benfica nos playoffs. E os espanhóis conseguiram a desforra: venceram na Luz por 1 a 0 e também no Bernabéu (2 a 1), acabando de vez com um indigesto rival na UCL.


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Lances, virada, gol no finzinho da partida que valeu classificação… Claro que merecia estar entre os jogos eternos! O gol do Trubin já está na eternidade! E o Benfica mostrou que ainda possui mística na Europa! Eles não se importaram com a conexão do Real com a Champions em 1962, não iam se importar agora! Coluna e Eusébio devem estar bem orgulhosos!
Mandou bem, Imortais! Essa partida teve, sim, enredo de jogo eterno! E para ser lembrado para toda a história! Abraço!
Depois de tudo o que aconteceu, não tinha como não imortalizar esse jogaço! Abraço! 🙂