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Ser destaque nas Eliminatórias não garante o mesmo brilhantismo na Copa do Mundo, avalia a Betway

 

Se você quer saber tudo sobre a realidade dentro dos campos quando o assunto é Eliminatórias e Copa do Mundo, não pode perder o que a Betway preparou para você.

 

O futebol é um esporte reverenciado na maior parte do mundo, famoso por criar rivalidades e ao mesmo tempo unir multidões todos os anos, seja pelos campeonatos ou pela ampla publicidade gerada por essas disputas. Para avaliar o potencial de uma seleção e até apostar na sua vitória é preciso entender esse universo com base em seus históricos de jogos e resultados. 

Segundo levantamento da Betway, site de apostas online, após analisar as principais seleções e seu desempenho na Copa do Mundo é possível entender parte de todo esse processo e descobrir quais as chances de avaliar padrões para o Mundial com base nas Eliminatórias. 

A maioria das pessoas ligadas ao esporte e até mesmo comentaristas costumam avaliar o potencial da seleção medindo pelo desempenho nas Eliminatórias, mas nem sempre essa avaliação está correta. 

Para a Betway, utilizar somente a campanha nas Eliminatórias como critério pode levar a um equívoco, pois nem sempre o bom desempenho se repete dentro da Copa do Mundo. Com base em estudos de campeonatos passados é possível entender essa situação. 

Entendendo Eliminatórias e classificações na Copa do Mundo 

Rincón, Asprilla e Valderrama: os expoentes do Dorado Colombiano.

 

No ano de 1994, a Colômbia enfrentou grandes times durante as Eliminatórias como Argentina, Paraguai e Peru e obteve vitórias marcantes – incluindo um 5 a 0 pra cima da Argentina em plena Buenos Aires. Na Copa, porém, os cafeteros não conseguiram  repetir o bom futebol e foram eliminados já na primeira fase. Ou seja, embora considerada favorita por conta do seu brilhante desempenho nas Eliminatórias, isso não lhe garantiu o Olimpo na Copa do Mundo. Isso acontece muitas vezes, também, na Europa, quando uma seleção arrasa em seu grupo com 100% de aproveitamento e, na Copa, é eliminada na fase de grupos.

Entrar em campo com grandes expectativas baseadas nesse contexto pode frustrar torcedores, pois a cada jogo nasce uma nova oportunidade. O fato é que a teoria e a prática são bem diferentes a cada disputa. Para fazer a diferença no futebol é preciso avaliar jogo a jogo, observar estratégias e entender que mesmo com fatores positivos existem também aqueles que são imprevisíveis durante uma partida de futebol.

 

A importância das Eliminatórias e o desempenho brasileiro

Em 1969, a seleção levou o maior público pagante oficial da história do Maracanã em um jogo de Eliminatória.

 

Foi a expansão da Copa do Mundo que fez crescer a necessidade das Eliminatórias. Foram elas que ajudaram a FIFA a organizar melhor seu torneio e ter critérios para o número de seleções e os classificados por direito. Com relação ao Brasil, a seleção passou a disputar de maneira mais regular a competição a partir do Mundial de 1954, pois nas primeiras quatro Copas o país não precisou disputar tal etapa. Para o Mundial da Suíça, o Brasil venceu seus quatro jogos e garantiu vaga na Copa. A vaga no Mundial de 1958 veio ainda mais fácil, com um empate e uma vitória sobre o Peru. Campeã das Copas de 1958 e 1962, a equipe canarinho não precisou disputar as Eliminatórias de 1962 e 1966, e só retornou em 1969, para a disputa das Eliminatórias para a Copa de 1970. Comandada por João Saldanha, a seleção venceu todos os seis jogos e se garantiu no Mundial com 100% de aproveitamento. Já na Copa, o Brasil foi comandado por Zagallo, que conduziu com maestria o Brasil rumo ao título. 

A equipe verde e amarela permaneceu até 1993 sem perder, acumulando 31 jogos de invencibilidade. Tal marca foi quebrada no revés de 2 a 0 para a Bolívia, que conseguiu uma das vagas diretas pela primeira vez em sua história na época. O resultado surpreendeu a todos e exigiu um pouco mais da seleção brasileira para conseguir a vaga no Mundial dos EUA, que veio somente na última rodada, na vitória por 2 a 0 sobre o Uruguai. 

Romário, do Brasil, no jogo contra o Uruguai, nas eliminatórias da Copa do Mundo, no Maracanã.

 

Ausente das Eliminatórias de 1998 por ser a campeã, a equipe brasileira retornou para a disputa da vaga em 2002 e passou por maus bocados, ficando longe da favorita Argentina. Antes da Copa começar, o Brasil nem era um dos cotados ao título. Mas, contra todos os prognósticos, o time de Felipão venceu o Mundial com 100% de aproveitamento – sete vitórias em sete jogos. Por outro lado, a Argentina, líder nas Eliminatórias, caiu na primeira fase…

A Argentina, de Batistuta (à esq.), caiu na fase de grupos da Copa de 2002.

 

Por isso, fica claro que ser destaque ou não nas Eliminatórias não garante que o desempenho na Copa do Mundo também seguirá da mesma forma, pois a Copa é um campo neutro para 31 seleções (exceto ao anfitrião) e simples expectativas não podem estar baseadas apenas no rendimento passado. As Eliminatórias têm importante papel de fazer uma prévia seleção dos melhores, porém, sozinhas, não são capazes de garantir resultados positivos.

Escrito por imortaisdofutebol

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