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Jogos Eternos – Argentina 4×1 Brasil 2025

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Foto: JUAN MABROMATA / AFP

Data: 25 de março de 2025

O que estava em jogo: a vitória, claro, e três pontos cruciais na tabela de classificação das Eliminatórias para a Copa do Mundo da FIFA de 2026.

Local: Estádio Monumental, Buenos Aires, Argentina.

Árbitro: Andrés Rojas (COL)

Público: 84.000 pessoas

Argentina: Dibu Martínez; Molina, Romero, Otamendi e Tagliafico (Medina); Rodrigo De Paul, Leandro Paredes (Palacios), Enzo Fernández e Alexis Mac Allister (Nico Paz); Thiago Almada (Simeone) e Julián Álvarez (Correa) Técnico: Lionel Scaloni.

Brasil: Bento; Wesley, Marquinhos, Murillo (Léo Ortiz) e Guilherme Arana; André (Éderson) e Joelinton (João Gomes); Raphinha, Matheus Cunha (Savinho) e Rodrygo (Endrick); Vini Jr. Técnico: Dorival Júnior.

Placar: Argentina 4×1 Brasil. Gols: (Julián Álvarez-ARG, aos 3’, Enzo Fernández-ARG, aos 12’, Matheus Cunha-BRA, aos 26’ e Mac Allister-ARG, aos 37’ do 1º T; Simeone-ARG, aos 27’ do 2º T)

 

“Surra de Futebol”

Por Guilherme Diniz

Dias antes do esperado duelo entre Argentina e Brasil, pelas Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo, o atacante Raphinha concedeu uma entrevista ao ex-jogador Romário, em sua Romário TV. Durante o bate-papo, o Baixinho perguntou se jogar contra a Argentina sem Messi era “porrada neles”. Raphinha disse: “Porrada neles! Sem dúvida! Porrada neles! No campo e fora do campo se tiver que ser!” Romário respondeu: “Gostei! Em argentino tem que bater mesmo, doído! Eles são f***”. Ao fim da entrevista, o atacante brasileiro ainda prometeu um gol na albiceleste. 

Obviamente que a repercussão da conversa foi polêmica. Na Argentina, as declarações de Raphinha foram muito infelizes, além de o jogador se esquecer que se não fosse o técnico argentino Marcelo Bielsa, que o treinou no Leeds United-ING, sua carreira não teria decolado. Foi, de fato, muito inoportuna a fala de Raphinha. Será que ele não sabia que a seleção brasileira nunca precisou de gogó para vencer? Em seus tempos áureos, o time canarinho falava na bola. Vencia na bola. Dava “porrada” com gols. Aquela polêmica poderia desencadear brigas e problemas como os vistos no duelo entre a dupla no primeiro turno, no Maracanã. Mas, daquela vez, não haveria nenhuma briga. A Argentina ficou na dela. Entrou em campo certa de seu talento. Ia ter “porrada”. Mas de bola. Ela era a tricampeã do mundo, bicampeã da América. O Brasil? Hahaha, era uma caricatura, um catado de jogadores, sem qualquer padrão tático, qualquer imponência.

E, quando a bola rolou, vimos a surra começar. Logo aos 3’, Álvarez fez o primeiro. E, com sete minutos, já tinha “olé” no Monumental. Pouco tempo depois e mais de 30 passes depois, veio o segundo. O Brasil ganhou um gol de honra, após lambança do zagueiro Romero. Mas aí Mac Allister pôs ordem e fez o terceiro. No segundo tempo, a Argentina claramente reduziu a intensidade. Se poupou. Tratou a bola como queria. Colocava aquele timeco brasileiro na roda. E fez o quarto gol, com Simeone. Poderia ter feito o quinto, o sexto, o sétimo. Não quis. Scaloni fez várias substituições. Dibu Martínez até petecou a bola em determinado momento. Parecia treino. 

Nas arquibancadas, a torcida cantava “um minuto de silêncio, para o Brasil que está morto”. E estava mesmo. Quer dizer, está, há 20 anos. Desde os 4 a 1 da seleção brasileira na própria Argentina, na final da Copa das Confederações de 2005, que o time que encantava nunca mais encantou. E, ao apito do árbitro na noite de 25 de março de 2025, só aumentamos a certeza de qual era a melhor seleção do planeta: a Argentina, algoz da pior derrota do Brasil na história das Eliminatórias e do maior revés canarinho desde sabe quando? O 7 a 1. É hora de relembrar. 

Pré-jogo

prints raphinha brasil argentina
 

Líder das Eliminatórias, a Argentina foi para o jogo sem Messi e Lautaro, mas ainda sim com todo seu fortíssimo elenco para ratificar o topo. A equipe vinha de vitória por 1 a 0 sobre o Uruguai em pleno Centenário e já estava classificada para a Copa por antecipação graças ao empate entre a Celeste e a Bolívia na 10ª rodada. Podendo apenas cumprir tabela, o time albiceleste se dava ao luxo de poupar alguns jogadores, mas era clássico e eles queriam uma vitória convincente diante de sua hinchada, que lotou o Monumental – mais de 84 mil pessoas. Avesso ao clima quente proposto por Raphinha antes do jogo, o técnico da Argentina, Lionel Scaloni, fez questão de pregar a paz antes da partida.

“Não me aprofundei sobre a declaração, mas sei mais ou menos o que me comentaram. É um Argentina x Brasil, sempre é um jogo importante, mas é um jogo de futebol. Recordo a imagem da final da Copa América de 2021, Messi e Neymar sentados na escada do Maracanã. Essa é a imagem que temos que lembrar a todos. São 90 minutos, um jogo dentro de campo que todos querem ganhar. Todos temos um conhecido ou um amigo brasileiro, joguei com um montão e me dei muito bem com eles, não temos por que passar daí. E não vai passar daí. E o tema racismo está totalmente fora de nossa cabeça, não existe essa palavra. Espero que as pessoas que vão ao estádio estejam apoiando a seleção argentina e não temos que dar mais voltas”.

Do lado brasileiro, o técnico Dorival Júnior também tratou de minimizar as polêmicas: “É um grande clássico do futebol mundial. Vai existir a luta em campo, mas vai existir acima de tudo o respeito entre as duas equipes, e nós vamos buscar jogar futebol”. O treinador mandou a campo um ataque composto por Raphinha, Matheus Cunha, Rodrygo e Vini Jr, e não teria Gabriel Magalhães e Bruno Guimarães, suspensos, e Gerson e Alisson, machucados. Nos lugares dos desfalques, o treinador escalou Murillo, André, Joelinton e Bento, respectivamente. Dorival ainda colocou o lateral-direito Wesley na vaga de Vanderson.

Após vencer a Colômbia no sufoco por 2 a 1, o Brasil queria acabar com a escrita de não vencer a Argentina em seu território há 16 anos – e há 30 anos no Monumental. Em campo, o clima era ameno e o único momento mais tenso foram as vaias intensas da torcida argentina na hora do hino do Brasil. No mais, tudo levava a crer que o jogo seria jogado e não brigado. Ainda bem. Quer dizer, exceto para o Brasil…

Primeiro tempo – Paliza

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Álvarez marca o primeiro gol. Foto: Reuters
 

A Argentina começou a partida dona da bola, tocando e tocando como bem sabia fazer. E, logo aos 3’, Almada vê a chegada de Julián Álvarez dentro da área e toca para o camisa 9. Ele passa entre Murillo e Arana, a bola sobe, e o atacante dá um toque por baixo do goleiro Bento para fazer 1 a 0. Era o prenúncio. Dominadora, a Argentina não deixava o Brasil sequer chegar perto de sua área, tocava, tocava e tocava. A torcida, em êxtase, já começava a gritar “olé”. Quando tentava algum ataque, o Brasil perdia a bola e não conseguia dar três passes completos certos. Era vergonhoso! 

Até que, aos 11’, a Argentina mostrou como se fazia. Lá de trás, começou a trabalhar a bola no chão, de pé em pé. Após alguns passes, Enzo Fernández acelerou o ritmo, arrancou do meio de campo e chegou na intermediária, onde tocou na área para Álvarez. O atacante tocou para De Paul, que esperou a chegada de Molina na direita e tocou. O lateral olhou para a área e cruzou rasteiro. A bola tocou no pé de Murillo e sobrou para Enzo Fernández, que completou o golaço coletivo de 34 passes: 2 a 0. Que espetáculo! Que cátedra de fútbol!

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Enzo celebra o segundo gol. Foto: LUIS ROBAYO / AFP
 

Já era pinta de goleada. A torcida argentina cantava e celebrava. Totalmente desnorteado, o Brasil parava na marcação albiceleste e simplesmente não chegava ao ataque. Não tinha criatividade, não tinha pressão, não tinha alma. No meio de campo era onde a Argentina mais se sobressaía. De Paul, Enzo e Mac Allister “engoliam” o que Dorival chamava de meio de campo. Olés e mais olés eram ouvidos no Monumental. Aos 22’, De Paul chutou cruzado, Bento defendeu e a equipe albiceleste quase fez o terceiro. Almada acabou pegando mal do outro lado, e a bola saiu pela linha de fundo após corte de Arana. Três minutos depois, De Paul tocou para Julián Álvarez, que finalizou fraco para defesa de Bento.

A Argentina tinha tanto controle do jogo que o zagueiro Romero, hipnotizado, acabou errando um domínio de bola aos 26’ e Matheus Cunha, esperto, roubou a bola, saiu em disparada e chutou no canto do goleiro Dibu Martínez para descontar. O gol animou o Brasil, que tentou aproveitar o momento para ir em busca do empate, mas outra vez a falta de criatividade pesou e nenhum grande lance aconteceu. Por outro lado, a Argentina fez uma boa jogada, aos 35’, quando Joelinton afastou cruzamento de De Paul e, no rebote, Almada pegou bonito na bola, mas Bento fez ótima defesa. Mas, um minuto depois, Almada dominou no meio, tocou para Enzo Fernández e este fez um levantamento na área na medida para Mac Allister aparecer entre os zagueiros e tocar na saída de Bento: 3 a 1.

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Os times em campo: Argentina engoliu o Brasil principalmente no meio de campo, com Enzo jogando por vezes como um meia-atacante.
 
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Mac Allister deixa o seu. Foto: AP
 
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Foto: Reuters
 

O gol enervou um pouco o time brasileiro aos 38’, após empurrões e muita discussão depois de uma falta de Tagliafico em Raphinha. O camisa 11 do Brasil reagiu, empurrou o argentino e o tempo fechou. Ambos levaram cartão amarelo, mas felizmente não foram para as vias de fato. O jogo não teve mais grandes chances a partir dali e, aos 47’, o árbitro encerrou o primeiro tempo. Na saída para os vestiários, Dibu Martínez deu trombada em Raphinha e os jogadores se estranham no centro do gramado. Após uma discussão, a turma do “deixa disso” dispersou a rodinha. O placar de 3 a 1 não refletia o que era a partida. A Argentina tinha cinco finalizações, três gols, contra apenas uma finalização do Brasil. Se alguém pensava que a equipe albiceleste sentiria a ausência de Messi, o placar dizia que não. Já o Brasil teria que mexer, caso contrário, levaria uma goleada daquelas.

Segundo tempo – A goleada histórica

raphinha se envolve em confusao durante jogo entre argentina e brasil nas eliminatorias
Raphinha “não deu porrada” e nem fez gol… Foto: Marcelo Endelli / Getty Images
 

Dorival Júnior fez três mudanças no intervalo para tentar (em vão) melhorar o Brasil. Tirou os nulos Rodrygo (ele entrou em campo?), Joelinton e Murillo (um desastre) e colocou Endrick, João Gomes e Léo Ortiz, respectivamente. No entanto, mal a etapa complementar começou e o time canarinho quase levou o quarto. Dibu Martínez mandou a bola para o ataque, Léo Ortiz errou e praticamente deu um passe para Julián Álvarez. O atacante tocou por cobertura e Bento fez enorme defesa. Minutos depois, após cobrança de falta ensaiada, De Paul tocou rápido para Álvarez, mas Wesley conseguiu tirar para escanteio. Na cobrança, a jogada vai parar nos pés de Paredes, que chutou por cima do gol. 

Na sequência, aos 10’, De Paul virou a bola para Almada e o camisa 11 também chutou muito forte, longe do gol. Aos 15’, em nova chegada da albiceleste, Enzo Fernández cruzou na área após cobrança rápida de falta, e Tagliafico cabeceou por cima do gol. O Brasil continuava nulo no ataque. As mudanças de Dorival em nada mudaram o jeito de jogar da equipe. Faltava talento, tática, vontade, tudo. A Argentina só não fazia mais gols por pura preguiça.

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Álvarez quase fez um gol por cobertura. Foto: Reuters
 

Já na metade do segundo tempo, Simeone entrou no lugar de Almada, no lado argentino, e Savinho substituiu Matheus Cunha, no lado brasileiro. E três minutos depois de entrar, Simeone deixou sua marca. De Paul lançou para Tagliafico, que cruzou rasteiro (impressionante como a zaga brasileira permitia esse tipo de jogada sem qualquer reação), a bola chegou em Simeone, que bateu mesmo sem ângulo entre Arana e Marquinhos, e viu a bola morrer no fundo do gol do já morto Brasil: 4 a 1. 

“Un minuto de silencio, para Brasil que está muerto!”

Foi assim que a torcida argentina passou a cantar após a vitória se transformar em goleada. E quase saiu o quinto três minutos depois, mas faltou capricho na finalização em jogada de Simeone e De Paul, este jogando uma barbaridade. Aliás, bárbara era a Argentina, do goleiro ao último atacante, passando pelo banco e por sua comissão técnica que tinha tudo sob controle, uma engrenagem perfeita que funcionava sem erros, sem devaneios, prova máxima de que os títulos dos últimos anos não eram por acaso. 

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Foto: Marcelo Carroll / Clarín
 

A partir dali, o técnico Scaloni passou a trocar seus jogadores e, pasme, o nível seguia o mesmo. O Brasil só foi acertar um chute ao gol aos 31’, em cobrança de falta de Raphinha que beliscou o travessão de Martínez, que chegou a fazer embaixadinhas dois minutos depois após receber um recuo de bola, tamanha tranquilidade e passividade do adversário! Aos 35’, Paredes acertou um belo chute e Bento, de novo, faz grande defesa. A Argentina ainda viu o Brasil ciscar algumas vezes, mas sem qualquer risco para sua defesa, sempre bem postada. Aos 46’ e aos 47’, De Paul e Enzo ainda arriscaram em chutes perigosos, mas a bola não entrou. Mas nem precisava. 

Ao apito do árbitro, a festa estava consolidada: Argentina 4×1 Brasil. Vaga na Copa mais do que garantida. Goleada histórica, no placar e nos números: 

  • 12 a 3 em chutes a gol;
  • Olha a ironia: 7 a 1 em chutes no gol;
  • 527 a 425 em passes;
  • 6 a 0 em escanteios.

Aquela vitória confirmou a fase espetacular da Argentina e impôs ao Brasil sua pior derrota na história das Eliminatórias. Foi ainda a pior derrota do Brasil para a Argentina desde 1964, quando perdeu de 3 a 0 na Taça das Nações. Se há 20 anos o Brasil goleava a rival por 4 a 1 para conquistar a Copa das Confederações, o tempo provou que o time canarinho parou e não acompanhou nem a rival nem ninguém. 

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Silêncio… Foto: Reuters
 

Segue sem padrão tático. Segue sem criatividade. Segue sem jogadores comprometidos com a seleção. Segue sem qualquer dirigente profissional e que entenda o mínimo do futebol moderno. Segue sem planejamento. Segue sem apostar no novo, em quem tem vontade. E segue falando muito e fazendo nada. De fato, na noite do dia 25 de março de 2025, teve “porrada” no Monumental. Porrada de futebol. A melhor e mais nobre maneira que a Argentina encontrou para calar um adversário soberbo que segue se achando mesmo depois do 7 a 1. A amarelinha sangra há anos. E continuará por um bom tempo. Decime qué se siente, Brasil…

Pós-jogo: o que aconteceu depois?

Argentina: a goleada não foi uma surpresa para os hermanos, mas algo normal diante da qualidade da equipe e da letargia brasileira. A festa no Monumental foi enorme e os jogadores entraram na onda com a torcida, cantando e pulando. Na coletiva de imprensa, o técnico Scaloni voltou a ser diplomático, foi profissional e ressaltou o talento de seu time. “Eu entendo a situação, entendo que se trata de um Brasil e Argentina, não foi por isso que jogamos assim. Ao contrário. Eu desculpo o Raphinha porque sei que não falou de propósito, defendeu sua seleção, sua equipe. Não há necessidade de declarações para deixar esse tipo de jogo quente. Mas a Argentina, com declaração ou sem declaração, iria jogar a sua partida e eles também. 

[…] É uma vitória de equipe e por isso minimizamos o Brasil. O único jeito de poder ganhar dessa equipe com esses jogadores é jogando como equipe. Não sei dizer se é a maior vitória. Fizemos outras grandes partidas. Fizemos um monte de coisas boas nas outras partidas. O importante é saber o que fazer em cada partida e os garotos fizeram muito bem”.

Quem alfinetou o Brasil no pós-jogo foi o goleiro Martínez: “Desde pequenos sabemos que tem que se falar depois das partidas, nunca antes. Ainda mais quando é contra uma seleção do calibre da Argentina. Então para mim foi um erro”. A vitória deixou a Argentina com 31 pontos, 10 a mais do que o Brasil. Com mais quatro jogos para disputar, a equipe pode se dar ao luxo de fazer testes e já se preparar para a Copa do Mundo com tranquilidade, planejamento e qualidade, algo que sobra nesse time desde 2021.

ole la tapa


Brasil:
o revés para o maior rival deixou a seleção desmoralizada, sem rumo e sem técnico – Dorival foi demitido. Ficou clara a inferioridade da equipe diante de uma seleção poderosa e a certeza de que o filme iria se repetir diante de outras grandes equipes como Espanha, França e Alemanha, por exemplo. Dificilmente o time canarinho não ira à Copa por conta do excesso de vagas (seis diretas + uma chance na repescagem), mas não existe chance alguma de sucesso no Mundial. Principalmente se a postura da equipe seguir assim até 2026.

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2 Comentários

  1. Se tinha um jogo recente que merecia ser imortalizado aqui, era esse. Escancarou para todo o mundo que o futebol brasileiro é uma bagunça. Para mim, foi a pior derrota da seleção depois do 7 x 1.

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