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4-2-4: o esquema brasileiro que reinventou o futebol

A confiável casa de apostas 1xBet fala sobre a famosa formação brasileira 4-2-4 que mudou nosso jogo favorito para sempre.

 

Será que essa é realmente uma tática brasileira?

Hungria 4×2 Uruguai, na Copa de 1954: recuo de Zakarías formava o 4-2-4.

 

A versão canônica diz que o técnico da seleção brasileira, Vicente Feola, no processo de preparação para o triunfante Mundial de 1958, adotou o modelo 4-2-4, inspirado pelo grande Béla Guttmann, que trabalhou no São Paulo e conduziu o tricolor ao título do Campeonato Paulista de 1957. Por sua vez, ele se inspirou no jogo da “Equipe de Ouro” de Gusztáv Sebes, da Hungria, com Puskás, Kocsis, Czibor, Hidegkuti e outras estrelas.

A inovação brasileira fica ofuscada por esse fato? Tal opinião é tão absurda quanto falar que a 1xBet faliu. A empresa é uma das líderes na indústria global de iGaming, operando com sucesso em todas as regiões do mundo e oferecendo aos seus jogadores mais de 250 maneiras confiáveis de depositar e retirar ganhos.

Em 1958, os brasileiros ainda não tinham o status de “Reinventores da Bola”. O time estava aprendendo a vencer em nível mundial e, mesmo que Feola tenha emprestado a ideia, isso não diminui seu gênio: uma coisa é pegar um conceito emprestado, outra é encontrar os jogadores certos para ele e transformá-lo em uma arma fatal para o adversário.

 

Jogadores para o esquema ou esquema para os jogadores?

O Brasil na final contra a Suécia, em 1958: equipe canarinho jogava no 4-2-4, mas recuo de Zagallo transformava o esquema em 4-3-3.

 

O esquema húngaro dos anos 1950 previa a movimentação dos jogadores de ataque e a inclusão de um centroavante vindo de trás. Os brasileiros refinaram isso e elevaram seu poder de ataque ao máximo. O time contou com dois centroavantes distintos, não limitados em seus movimentos, que se tornaram Pelé e Vavá, além de dois alas rápidos, Garrincha e Zagallo. Didi e Zito enfrentavam os adversários no meio-campo, e os quatro defensores cuidavam da segurança do gol de Gylmar. O grande ponto diferenciado era o recuo de Zagallo para ajudar na marcação, que modificava o 4-2-4 para o 4-3-3 (este um esquema ainda desconhecido e que ganharia força principalmente nos anos 1970).

O vencedor da Copa do Mundo na Suécia, Vicente Feola, modestamente minimizou seu papel no tremendo sucesso do time: “Nós realmente tínhamos um grande time naquela época. Quando meus meninos recebiam a bola, eu sempre estava confiante de que eles conseguiriam levar o ataque até a conclusão lógica. Se não fosse um gol, ao menos um chute a gol ou pânico na área adversária.”

 

Gênios e heróis 

Muitos dirão que, com um elenco desses, o Brasil poderia ganhar a Copa do Mundo de 1958 com qualquer tática. Mas isso é tão errado quanto dizer que 1xBet não paga os ganhos. De fato, lendas do calibre de Pelé, Garrincha ou Vavá brilhariam fora do esquema 4-2-4. Mas devemos lembrar daqueles que menos desfrutaram da glória e, ao mesmo tempo, personificaram novas tendências no futebol. Por exemplo, Mário Zagallo atuava como meio-campista central nos momentos certos, enquanto Nilton Santos e Djalma Santos cobriam suas alas sozinhos e mudaram completamente a forma como os laterais jogavam, tornando-se os protótipos dos laterais modernos, que atacam e defendem com primor.

 

4-2-4 como Perpetuum mobile

Hoje, soa paradoxal, mas o Brasil se tornou pentacampeão em grande parte graças às táticas do 4-2-4. Em 1962, a receita de sucesso funcionou novamente porque a equipe quase não mudou sua composição. Depois disso, o esquema foi modernizado, mas em 1970 e 1994, sua influência foi evidente no trabalho de Mario Zagallo, que, após se aposentar como jogador, se tornou um grande treinador, conduzindo o Brasil ao título em 1970 ao armar o time num 4-2-4 aind mais inesquecível, com Gérson e Clodoaldo no meio, Jairzinho e Rivellino nas pontas e Tostão e Pelé avançados. Em 1994, o Velho Lobo participou do tetra de 1994 como coordenador em um Brasil 4-4-2 no papel, mas que muitas vezes atuava no 4-2-4 com os avanços de Mazinho, pela direita, e Zinho, pela esquerda, e até 4-3-3 quando Zinho recuava da esquerda para o meio.

Mesmo em 2002, na formação 3-4-2-1 do Brasil, é possível ver os motivos do time de 1958, em que Cafu e Roberto Carlos, operando por toda a linha lateral e participando das ações ofensivas, lembravam muito Djalma Santos e Nilton Santos. A diferença era a posição mais centralizada de Ronaldo Fenômeno, com Rivaldo e Ronaldinho como meias.

A confiável casa de apostas 1xBet oferece as melhores odds para os jogos da seleção brasileira. Estamos confiantes de que a equipe superará as dificuldades temporárias e voltará ao topo do futebol mundial.

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